Um plástico passava-se por mim inteiramente, por mim. Minhas vistas começaram a embaçar, ja não sabia o que mais olhar, minha carne pedia mais, meu corpo se esquentava, e minha mente dizia:- não. Algo ia me fascinando a cada dia mais, e novamente minha carne me dizia:- alimente-se, alimente-se. E ainda não encontrei alguém certa para me definir. Experimentei idéias, mas essas opções começaram a se ferir dentro de mim.O plástico começou a se furar, e na medida que isso acontecia, pedras me atacavam, não sei de onde vinham essas pedras, mas sei que cada pedra, era mais uma mágoa.
E alguém me disse: - Sua carne não precisa desse alimento, ela se alimentou demais, e prefere morrer de fome. Minhas imaginações populares foram além, e escalava pela montanha, meus pés estavam cansados, era muito alta essa montanha. E cansada, ferida, lá de cima, vi algo que me fascinou ainda mais. Não consegui alcançar, pois eu não estava salva completamente.
Um conato ia de encontro a mim, e partes por partes me fez ver o que eu realmente era. E comecei analisar sintáticamente o 'meu mundo', e fui aprendendo. Deixo uma frase para que não sejas como eu fui: - Pode o sol nascer e renascer, pode a lua nunca mais aparecer, pode o mundo cair aos pedaços, lembre-se, você hoje e sempre não está só, e talvez você pare de alimentar-se de um alimento que simplesmente é como um sonho.
Amanda Paulik
escreve bem (:
ResponderExcluirobbbg mesmo (((((((:
ResponderExcluirque lindo amanda *-*
ResponderExcluirVc escreve muito beim, suas palavras me confortam e me ensina a viver, é muito lindo ><'
ResponderExcluirobg camila (((: / own malt que bom que você sente algo diferente, obg obg
ResponderExcluirEscreve super bem, eu me sinto assim, sabe é bem estranho mais as vezes eu também escreve e sai muitas coisas, e você tem muito muito talento, continue assim. Uma coisa que no seu texto que eu admirei muito é a emoção que ele passa, é como se vivêssemos o que você está contando. Uma ótima descrição.
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